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Cebrilin 10 mg Paroxetina - 30 Comprimidos Revestidos | LIBBS
Cebrilin 10 mg Paroxetina - 30 Comprimidos Revestidos | LIBBS
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Atenção:
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Apresentação
Cebrilin® 10 mg é apresentado em forma de comprimidos revestidos, para uso oral, contendo 10 mg de paroxetina base por comprimido. Embalagem: caixa com 30 comprimidos revestidos. Uso adulto.
Princípio Ativo
Cloridrato de paroxetina (equivalente a 10 mg de paroxetina por comprimido).
Registro MS
Registro no Ministério da Saúde (MS): 1003301270015
Indicação Terapêutica e Benefícios
Cebrilin 10 mg é indicado para o tratamento de adultos nas seguintes condições psiquiátricas, ajudando a aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida:
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Transtorno Depressivo Maior – Tratamento da depressão em todos os seus tipos (leve, moderada ou grave), incluindo depressão resistente a outros antidepressivos. A continuação do tratamento após melhora inicial é eficaz na prevenção de recaídas do quadro depressivo.
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Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) – Redução das obsessões e compulsões e prevenção de recidivas dos sintomas obsessivo-compulsivos com o uso prolongado.
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Transtorno do Pânico – Tratamento de ataques de pânico, com ou sem agorafobia (medo de lugares abertos), e prevenção de novos episódios de pânico.
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Fobia Social (Transtorno de Ansiedade Social) – Alívio da ansiedade excessiva em situações sociais ou de desempenho, reduzindo sintomas de fobia social.
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Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) – Redução da ansiedade crônica e sintomas relacionados (tensão, preocupações excessivas), com melhora funcional após algumas semanas de uso.
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Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) – Tratamento da ansiedade, flashbacks e sintomas associados a traumas, prevenindo a persistência ou agravamento do estresse pós-traumático.
Benefício: além de tratar os sintomas agudos dessas condições, Cebrilin ajuda a prevenir novas crises ou recaídas, quando utilizado continuamente conforme orientação médica.
Posologia
A posologia de Cebrilin deve ser individualizada pelo médico conforme a condição a ser tratada e a resposta do paciente. Recomendações gerais de uso incluem:
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Dose diária: normalmente administrada uma vez ao dia, pela manhã, preferencialmente junto com alimento para melhor tolerabilidade gástrica.
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Dose inicial usual: 20 mg ao dia em adultos. Em alguns casos (por exemplo, pacientes com transtorno do pânico ou idosos) pode-se iniciar com 10 mg ao dia para melhor adaptação.
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Ajuste de dose: o médico poderá aumentar gradativamente a dose conforme a necessidade clínica. A dose efetiva costuma variar de 10 mg até 50 mg ou 60 mg ao dia, dependendo do transtorno tratado e da resposta individual. A maioria dos pacientes responde bem entre 20 mg e 40 mg diários.
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Dose máxima: geralmente 50–60 mg por dia é a dose máxima recomendada (conforme a condição); para idosos, recomenda-se não exceder 40 mg ao dia.
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Insuficiência renal ou hepática: pacientes com problemas significativos nos rins ou fígado devem usar doses menores, sob supervisão médica, devido ao metabolismo mais lento da paroxetina.
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Modo de ingestão: os comprimidos devem ser engolidos inteiros, com auxílio de água, sem partir ou mastigar, para garantir a liberação adequada do medicamento.
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Duração do tratamento: o período de tratamento é prolongado e determinado pelo médico. Mesmo após melhoria dos sintomas, pode ser necessário continuar o uso por vários meses para consolidar a melhora (por ex., no mínimo 6 meses em casos de depressão) e prevenir recaídas.
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Não interromper abruptamente: não suspenda o uso de forma repentina sem orientação médica. A interrupção brusca pode causar sintomas de abstinência (como tontura, insônia, irritabilidade, etc.); portanto, caso seja necessário parar, o médico fará uma redução gradual da dose.
Mecanismo de Ação
Cebrilin (paroxetina) é um antidepressivo ISRS – inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Sua ação consiste em bloquear a recaptação da serotonina pelos neurônios no sistema nervoso central, aumentando a disponibilidade desse neurotransmissor nas conexões cerebrais. A serotonina está envolvida na regulação do humor, ansiedade e bem-estar; assim, ao elevar os níveis de serotonina, a paroxetina contribui para melhorar o humor, reduzir os sintomas depressivos e aliviar a ansiedade. Apesar de iniciar sua ação assim que administrado, os efeitos terapêuticos não são imediatos – geralmente os pacientes começam a sentir melhora significativa após 2 a 4 semanas de uso regular. É importante continuar o tratamento conforme prescrito, mesmo que no início ainda haja sintomas, pois o efeito pleno antidepressivo/ansiolítico requer esse tempo. Cebrilin pertence à classe dos ISRS, considerada eficaz e segura no tratamento de longo prazo dos transtornos depressivos e ansiosos.
Contraindicações
O uso de Cebrilin 10 mg é contraindicado ou requer cautela nas seguintes situações:
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Alergia à paroxetina: pacientes com hipersensibilidade conhecida à paroxetina ou a qualquer componente da fórmula não devem utilizar o medicamento.
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Inibidores da MAO (IMAO): é contraindicado usar paroxetina concomitantemente com medicamentos inibidores da monoaminoxidase, incluindo certos antidepressivos (como tranilcipromina, selegilina, moclobemida) e alguns antimicrobianos com ação IMAO (por exemplo, linezolida e azul de metileno intravenoso). Deve-se aguardar pelo menos 14 dias após a suspensão de um IMAO para iniciar Cebrilin, e igualmente esperar 14 dias após parar Cebrilin para então usar um IMAO, a fim de evitar reações graves (ex.: síndrome serotoninérgica).
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Pimozida e tioridazina: o uso concomitante de Cebrilin com os antipsicóticos pimozida ou tioridazina é contraindicado. A paroxetina pode elevar os níveis desses medicamentos, que têm estreita margem de segurança e podem causar aritmias cardíacas graves (prolongamento do intervalo QT) em concentrações elevadas.
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Menores de 18 anos: Cebrilin não é indicado para crianças e adolescentes abaixo de 18 anos. Estudos não demonstraram eficácia nessa faixa etária, além de haver risco maior de eventos adversos como ideação suicida em jovens.
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Gravidez: este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. A paroxetina é classificada na Categoria de Risco D na gravidez, pois há evidências de potencial risco ao feto humano. Assim, só deve ser usada em gestantes se o médico avaliar que os benefícios superam os riscos. Se a paciente engravidar durante o tratamento, informe imediatamente o médico para avaliação da conduta.
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Amamentação: a paroxetina é excretada no leite materno. O uso durante a lactação não é recomendado, a menos que o médico considere essencial. Lactantes em uso de Cebrilin devem ter acompanhamento médico, pois existe risco de efeitos no bebê.
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Álcool: embora não seja exatamente contraindicado, evite consumir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Cebrilin, pois o álcool pode piorar os sintomas ou aumentar os efeitos sedativos e adversos da medicação.
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Atividades que exigem atenção: durante o tratamento inicial, recomenda-se não dirigir veículos, operar máquinas ou realizar atividades perigosas até ter certeza de como o medicamento lhe afeta. Cebrilin pode causar sonolência, tontura ou diminuição da atenção em alguns pacientes, o que pode comprometer a capacidade de realizar essas tarefas com segurança.
Efeitos Adversos
Como todo medicamento, Cebrilin pode causar reações adversas em alguns pacientes, embora nem todos as apresentem. Muitas dessas reações tendem a ser mais intensas no início do tratamento e podem diminuir com a continuidade do uso. Os principais efeitos colaterais relatados, divididos por frequência, são:
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Reações muito comuns (mais de 10% dos pacientes): náusea (enjoo) – geralmente leve e transitória; alterações da função sexual, como diminuição da libido, dificuldade de atingir o orgasmo, impotência ou distúrbios da ejaculação (ex.: retardo ejaculatório).
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Reações comuns (entre 1% e 10% dos pacientes): sonolência ou, ao contrário, insônia; agitação; tremores; tontura ou vertigem; dor de cabeça (cefaleia); bocejos frequentes; boca seca; perda de apetite (anorexia) ou alterações do apetite; ganho de peso em alguns casos; sudorese aumentada (transpiração excessiva); distúrbios gastrointestinais como prisão de ventre, diarreia ou vômitos; visão turva; sonhos anormais (pesadelos vívidos); e em exames laboratoriais pode ocorrer aumento do colesterol sanguíneo.
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Reações incomuns (0,1% a 1% dos pacientes): confusão mental; alucinações; manifestações de ansiedade exacerbada; dificuldade de concentração; queda da pressão arterial ao se levantar (hipotensão postural), que pode causar tonturas; aumento da frequência cardíaca (taquicardia); dilatação das pupilas (midríase); erupções na pele (rash cutâneo) ou coceira; distúrbios urinários (como retenção urinária ou, menos frequentemente, incontinência urinária); e sangramentos anormais (por exemplo, hematomas ou sangramento nasal), em especial em pacientes que usam concomitantemente medicamentos que afetam a coagulação.
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Reações raras (0,01% a 0,1% dos pacientes): convulsões; acatisia (sensação de inquietude interna intensa com incapacidade de ficar parado); síndrome das pernas inquietas (vontade incontrolável de movimentar as pernas); manias ou episódios maníacos (humor anormalmente elevado ou irritável); sinais de hiponatremia (baixos níveis de sódio no sangue), especialmente em idosos – podendo se manifestar como mal-estar, dor de cabeça, confusão; hiperprolactinemia levando a galactorreia (produção de leite fora do período de amamentação); distúrbios menstruais (irregularidades no ciclo menstrual, sangramento fora de época ou ausência de menstruação); alterações da função hepática evidenciadas em exames (elevação de enzimas do fígado).
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Reações muito raras (<0,01% dos pacientes): reações alérgicas graves como anafilaxia (inchaço, dificuldade de respirar, queda de pressão) e angioedema (inchaço de face, lábios, língua ou garganta); redução do número de plaquetas no sangue (trombocitopenia), o que pode causar tendência a sangramentos; síndrome da serotonina (serotoninérgica) – uma reação potencialmente séria causada por excesso de serotonina, com sintomas como agitação, confusão, sudorese, reflexos exaltados, tremores, febre e taquicardia; glaucoma agudo (aumento da pressão dentro dos olhos, causando dor ocular e distúrbios visuais); hepatite ou insuficiência hepática (inflamação grave do fígado, com sintomas como amarelamento da pele/olhos, urina escura, cansaço intenso); e reações dermatológicas graves como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica (lesões e descamação extensa da pele), embora estes eventos sejam extremamente raros.
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Sintomas de abstinência: a interrupção repentina de Cebrilin pode levar ao aparecimento de sintomas de retirada. Reações comuns na descontinuação abrupta incluem tontura, distúrbios sensoriais (sensação de choques elétricos), distúrbios do sono (insônia ou sonhos intensos), ansiedade, irritabilidade, náuseas, tremores, sudorese e dor de cabeça. Em alguns casos podem ocorrer também agitação, confusão ou sintomas gripais. Esses sintomas geralmente são leves e transitórios, resolvendo em algumas semanas, especialmente se a redução da dose for gradual. Por isso, nunca interrompa o tratamento sem orientação – o médico fará um plano de redução lenta da dose para minimizar esses efeitos.
Atenção: quaisquer efeitos adversos persistentes ou incômodos devem ser comunicados ao médico. Na maioria dos pacientes, os benefícios do tratamento superam os eventuais desconfortos, mas o médico poderá ajustar a dose ou adotar medidas para manejar os efeitos colaterais, se necessário.
Interações Medicamentosas
A paroxetina (Cebrilin) pode interagir com diversos medicamentos. É fundamental informar ao médico sobre todos os remédios, suplementos ou fitoterápicos em uso, para evitar interações que alterem a eficácia ou a segurança do tratamento. Principais interações a considerar:
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Inibidores da MAO: conforme citado em contraindicações, não usar com IMAOs (como certos antidepressivos antigos) nem com substâncias de ação semelhante (linezolida, azul de metileno IV), devido ao risco de reações graves (hipertensão, hipertermia, alterações neurológicas da síndrome serotoninérgica).
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Antipsicóticos pimozida e tioridazina: não associar com Cebrilin, pois a paroxetina aumenta os níveis desses medicamentos, elevando o risco de aritmia cardíaca fatal.
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Outros medicamentos serotonérgicos: a combinação com fármacos que aumentam serotonina no cérebro pode levar à síndrome da serotonina. Evite ou tenha cautela ao usar paroxetina juntamente com: outros antidepressivos (por exemplo, outros ISRS, antidepressivos tricíclicos ou inibidores da recaptação de serotonina/noradrenalina – IRSNs), triptanos usados para enxaqueca (como sumatriptano), tramadol (analgésico), lítio (estabilizador de humor), fenilpropanolamina ou triptofano, fentanil (analgésico opioide potente), e Erva de São João (Hypericum perforatum, um fitoterápico para depressão). Se a coadministração for necessária, o médico fará um acompanhamento rigoroso de sinais de toxicidade serotoninérgica.
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Remédios que afetam o metabolismo (enzimas do fígado): a paroxetina é metabolizada principalmente pela enzima hepática CYP2D6 e pode inibir a ação dessa enzima. Com isso, Cebrilin pode aumentar as concentrações de certos medicamentos tomados concomitantemente que sejam metabolizados por CYP2D6. Exemplos importantes incluem alguns antidepressivos tricíclicos (como amitriptilina, nortriptilina), alguns antipsicóticos (como risperidona, perfenazina), alguns antiarrítmicos cardíacos (como propafenona, flecainida) e beta-bloqueadores (como metoprolol). Também pode reduzir a eficácia de medicamentos que precisam de CYP2D6 para se ativar, como o tamoxifeno (usado no tratamento/prevenção do câncer de mama). Nesses casos, o médico pode ajustar doses ou optar por medicações alternativas.
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Indutores enzimáticos: medicamentos que aumentam a atividade de enzimas hepáticas podem reduzir os níveis de paroxetina e, portanto, diminuir sua eficácia. Exemplos: rifampicina (antibiótico para tuberculose), fenitoína, fenobarbital e carbamazepina (anticonvulsivantes). Se o paciente usar esses medicamentos, pode ser necessário um ajuste da dose de Cebrilin conforme orientação médica.
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Outros psicotrópicos: cautela ao combinar com outros ansiolíticos ou sedativos do SNC (como benzodiazepínicos, antipsicóticos sedativos, anti-histamínicos sedativos), pois pode ocorrer aumento da sonolência ou do efeito depressor do sistema nervoso central.
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Anticoagulantes e anti-inflamatórios: a paroxetina pode aumentar o risco de sangramento. O uso concomitante com medicamentos que afetam a coagulação requer cuidado. Isso inclui anticoagulantes orais (ex.: varfarina), antiagregantes plaquetários (ex.: AAS – ácido acetilsalicílico, clopidogrel) e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) como ibuprofeno, diclofenaco, cetoprofeno, entre outros. A combinação não é contraindicada, mas deve ser avaliada e acompanhada pelo médico, principalmente em pacientes com predisposição a úlceras ou sangramentos.
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Outras interações: digoxina (usada em problemas cardíacos) e prociclidina (para doença de Parkinson ou efeitos extrapiramidais) podem ter suas concentrações alteradas pela paroxetina. Já fosamprenavir/ritonavir (antirretrovirais para HIV) podem diminuir os níveis de paroxetina. Atomoxetina (tratamento de TDAH) tem seu nível elevado pela paroxetina (pois também é metabolizada por CYP2D6). Mivacúrio e suxametônio (bloqueadores neuromusculares usados em anestesia) podem ter efeito intensificado, portanto informe ao anestesiologista se usa paroxetina. Em caso de cirurgias, o médico poderá orientar a suspensão temporária do antidepressivo.
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Álcool: não há interação farmacocinética significativa entre paroxetina e álcool, porém não é aconselhável ingerir álcool durante o tratamento com Cebrilin. O álcool pode potencializar alguns efeitos adversos (como falta de coordenação, sonolência) e agravar os sintomas dos transtornos tratados.
Em resumo, sempre consulte o médico ou farmacêutico antes de associar Cebrilin a qualquer outro medicamento. Muitas interações podem ser manejadas com ajuste de dose ou monitorização, mas algumas combinações devem ser evitadas completamente.
Composição Completa
Cada comprimido revestido de Cebrilin® 10 mg contém: 11,94 mg de cloridrato de paroxetina (quantidade equivalente a 10 mg de paroxetina base).
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, croscarmelose sódica, dióxido de silício (sílica coloidal), estearato de magnésio, óxido de ferro marrom, óxido de ferro amarelo, polissorbato 80, ácido poli(2-dimetilaminoetil)metacrilato-co-butilmetacrilato, macrogol (PEG), talco e dióxido de titânio.
Condições de Armazenamento
Conserve o medicamento em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), protegido da luz e da umidade. Mantenha os comprimidos na embalagem original até o uso, para protegê-los adequadamente. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Recomendações Legais e Advertências
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Venda sob prescrição médica – Cebrilin é um medicamento de receita controlada (tarja vermelha), ou seja, só pode ser vendido com retenção da receita pela farmácia. O uso deve ser feito sob orientação e supervisão médica.
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Uso Adulto – Indicado apenas para adultos. Não utilize em crianças ou adolescentes menores de 18 anos.
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Automedicação – Não use este medicamento por conta própria, sem recomendação do seu médico ou cirurgião-dentista. Não compartilhe Cebrilin com outras pessoas e não utilize receitas de medicações semelhantes sem avaliação médica, pois cada caso requer acompanhamento profissional.
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Cumprimento do tratamento – Siga rigorosamente as instruções de dose e duração do tratamento prescritas pelo médico. Não interrompa o uso ou altere doses por conta própria, mesmo que haja melhora dos sintomas, a não ser que seu médico oriente a suspender. Interrupções inadequadas podem comprometer o sucesso do tratamento e causar efeitos indesejados (conforme mencionado em “sintomas de abstinência”).
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Gravidez e lactação – Mulheres grávidas ou amamentando somente devem usar Cebrilin com autorização expressa do médico. Informe imediatamente o profissional de saúde em caso de suspeita de gravidez durante o uso do medicamento.
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Direção e maquinaria – Tenha cautela ao dirigir veículos, operar máquinas ou atividades que exijam estado de alerta, principalmente no início do tratamento. Cebrilin pode causar sonolência ou diminuição dos reflexos em alguns pacientes; portanto, avalie junto ao seu médico quando é seguro retomar essas atividades.
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Segurança do paciente – Antes de iniciar o uso, leia atentamente a bula completa e esclareça suas dúvidas com o médico ou farmacêutico. Durante o tratamento, mantenha acompanhamento regular com o profissional de saúde, reportando quaisquer efeitos adversos ou alterações no seu estado. Lembre-se de que a melhora dos sintomas pode levar algumas semanas, e o tratamento deve ser mantido conforme orientação para atingir os benefícios desejados.
Meta Descrição (SEO – 160 caracteres):
Cebrilin 10mg (paroxetina, Libbs) – antidepressivo para depressão, TOC, pânico, fobia social e estresse pós-traumático. Uso adulto, venda sob prescrição médica.
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